sábado, 20 de dezembro de 2025

DOCUMENTO DIVULGADO POR FRANCIMARA DESMONTA SUA PRÓPRIA NARRATIVA SOBRE A UTI DO MANOEL CAROLA

A tentativa da ex-prefeita Francimara Azeredo de responsabilizar a atual gestão pela não abertura da UTI do Hospital Manoel Carola acabou tendo efeito contrário. O documento que ela mesma publicou nas redes sociais prova que a UTI nunca chegou a funcionar, nem um único dia.

Assista a publicação no Instagram da ex-prefeita:

O ofício nº 007/2024, assinado pelo então secretário municipal de Saúde Sebastião Tavares Campista Filho, mostra que, embora o espaço físico tenha sido entregue em 2 de outubro de 2024, a unidade não tinha condições legais para atender pacientes.

PRÉDIO PRONTO NÃO É UTI FUNCIONANDO

O que o documento deixa claro é simples e fácil de entender:

entregar a obra não significa poder abrir a UTI.

Segundo o próprio ofício, faltavam pontos básicos e obrigatórios, como:

protocolos médicos e de segurança;

regras de funcionamento;

organização técnica do serviço;

uma comissão de profissionais para definir como a UTI iria operar.

Sem isso, não existe UTI, apenas um espaço vazio.

A CONFISSÃO ESTÁ NO PAPEL

O texto do documento reconhece que seria preciso criar uma comissão multidisciplinar para, só depois, preparar tudo o que a lei exige para o funcionamento. Isso é uma confissão clara de que nada estava pronto.

Se fosse possível abrir a UTI, não haveria necessidade de “criar” protocolos nem de “organizar” processos. O próprio documento prova que isso ainda não existia.

“NÃO HÁ EMBARGO” NÃO SIGNIFICA QUE PODE FUNCIONAR

A ex-prefeita tenta dizer que a UTI não funciona porque a atual prefeita Yara Cinthia Rocha Nogueira não quis abrir, já que não existe embargo oficial.

Isso não é verdade.

Na saúde, não precisa haver embargo no papel para uma UTI ficar fechada.

Se não existem protocolos, regras e autorização técnica, a UTI simplesmente não pode funcionar.

Abrir nessas condições seria colocar vidas em risco.

A UTI NUNCA ATENDEU NINGUÉM

Esse é o ponto principal que não pode ser escondido:

- A UTI nunca funcionou.

- Nenhum paciente foi atendido ali.

- Nunca houve leitos ativos.

O próprio documento confirma que tudo ainda precisava ser organizado para que, no futuro, pudesse funcionar.

O TIRO SAIU PELA CULATRA

Ao divulgar o ofício, Francimara acabou:

provando que a UTI não estava pronta;

confirmando que o problema vem da gestão anterior;

reforçando as denúncias feitas pela atual prefeita;

desmontando a própria narrativa.

Na tentativa de atacar, acabou entregando a prova de que a UTI foi inaugurada só no discurso.

CONCLUSÃO

A discussão agora não é mais política, é documental.

E o documento é claro: a UTI do Hospital Manoel Carola nunca funcionou porque não tinha condições legais para funcionar.

Contra fatos escritos e assinados, não há argumento.

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