A denúncia pública feita pela prefeita Yara Cinthia sobre a real situação do Hospital Manoel Carola não se sustenta apenas em discurso político. Ela é acompanhada de factos concretos, documentos oficiais e da atuação direta do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.
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Conforme já divulgado no site oficial da Prefeitura de São Francisco de Itabapoana, sob fiscalização do Ministério Público do Rio de Janeiro, a empresa responsável pela obra reconheceu falhas formalmente em ata e assumiu o compromisso de concluir os serviços que não foram executados, algo que por si só desmonta qualquer narrativa de normalidade ou conclusão da obra.
Denúncia com lastro em factos, não em retórica
No vídeo divulgado neste dia 19 de dezembro, a prefeita Yara Cinthia expôs à população as mazelas estruturais encontradas no Hospital Manoel Carola, deixando claro que todas as irregularidades já haviam sido comunicadas ao Ministério Público, antes mesmo da publicização.
Ou seja:
- não se trata de denúncia vazia,
- não se trata de disputa política,
- trata-se de um caso técnico, administrativo e jurídico, agora sob análise de um órgão independente.
Defesa sem provas não desmonta a realidade
Após a repercussão, a ex-prefeita veio a público tentar se defender. No entanto, não apresentou documentos, laudos, medições técnicas, atas ou qualquer contra-prova material que refutasse o que foi denunciado.
Ficou apenas:
na palavra,
na narrativa,
na tentativa de descredibilizar a denúncia.
No campo dos factos, isso não se sustenta.
No campo jurídico, palavra sem prova não anula documento, ata reconhecida ou fiscalização ministerial.
O reconhecimento da empresa muda tudo
Um ponto é decisivo e não admite relativização:
a própria empresa reconheceu falhas em ata, sob acompanhamento do Ministério Público.
Isso significa que:
a obra não estava concluída como foi apresentada no passado;
houve falhas formais no processo;
existe responsabilidade contratual a ser apurada.
Esse reconhecimento desmonta qualquer versão de que o hospital estaria plenamente apto ou entregue de forma regular.
O MP, que desde o início do ano tem tomado ciência do ocorrido, é quem trará a verdade definitiva
Diferente do embate político, o Ministério Público não atua por opinião, mas por:
documentos,
vistorias,
atas,
responsabilidades técnicas e legais.
É o MP quem:
apura responsabilidades da gestão anterior;
fiscaliza as providências da gestão atual;
e apresentará à população a verdade baseada em provas, não em discursos.
Conclusão: factos estão de um lado, palavras do outro
A prefeita Yara Cinthia apresentou:
- denúncia formal
- comunicação ao MP
- exposição pública coerente com documentos
- reconhecimento oficial de falhas pela empresa
A ex-prefeita apresentou: - apenas palavras
- nenhuma contra-prova documental
- nenhum elemento técnico que contradiga os factos
Contra factos, não há argumentos.
E quando o Ministério Público entra em cena, a verdade não tarda, ela aparece.
Com informações de:




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