Enquanto a prefeita Yara Cinthia optou por governar com responsabilidade, respeito ao dinheiro público e dentro da Constituição, o vereador Isaac Salvador resolveu fazer política em modo “live”, atacando a chefe do Executivo por uma decisão que, na prática, salvou o município de um escândalo jurídico e financeiro.
Assista um pequeno recorte:
O motivo da gritaria?
A retirada do chamado “14º salário” dos servidores, um pagamento criado lá atrás, em 1999, mas que nunca foi blindado juridicamente e que o próprio Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) já considerou inconstitucional.
O que o vereador não contou ao povo
O vereador Isaac tenta vender a ideia de que a prefeita “retirou um direito” dos servidores.
Isso soa bonito em discurso.
Mas é falso no mundo real.
O tal 14º salário não é um direito constitucional, não está previsto na Constituição, não existe para servidores públicos no Brasil e, quando existe em municípios, costuma ser derrubado pelos Tribunais de Contas e pelo Judiciário por ser:
Um aumento disfarçado de salário
Uma vantagem sem critério técnico
Um risco de improbidade administrativa
Ou seja: quem paga, responde depois.
Se Yara mantivesse esse pagamento, ela estaria assumindo o risco pessoal de:
Ter as contas rejeitadas
Ser acusada de dano ao erário
Ficar inelegível no futuro
Governar não é brincar de agradar, é responder na Justiça depois.
A escolha de Yara: popularidade ou legalidade?
Yara Cinthia teve duas opções:
Fingir que não viu, manter o pagamento ilegal, ganhar aplausos momentâneos e depois deixar uma bomba para o município e para si mesma
Cortar o que é ilegal, enfrentar desgaste político e proteger a prefeitura de sanções, multas e processos
Ela escolheu a segunda.
Isso se chama governar de verdade.
Isaac escolheu a primeira:
a política de palanque, que agrada agora e destrói depois.
O que aconteceria se o 14º fosse mantido?
Se a prefeita ignorasse o alerta de inconstitucionalidade:
O TCE-RJ poderia mandar devolver o dinheiro
Os gestores poderiam ser punidos pessoalmente
O município poderia entrar em crise fiscal
Os próprios servidores poderiam ser obrigados a restituir valores
Isso já aconteceu em dezenas de cidades brasileiras.
Mas o vereador prefere gritar em live a explicar isso.
O jogo político por trás do barulho
Quando um político ataca uma medida técnica e legal, tentando transformá-la em “crueldade” ou “retirada de direitos”, o nome disso é oportunismo.
Isaac Salvador fala para quem:
Não conhece a Constituição
Não acompanha decisões do TCE
Só escuta quem grita mais alto
Yara fala com quem governa:
Prefeitos que sabem que responderão pessoalmente
Técnicos que conhecem a lei
Tribunais que fiscalizam
Em resumo
O vereador quis likes.
A prefeita quis segurança jurídica.
O vereador quis aplauso fácil.
A prefeita escolheu responsabilidade institucional.
O vereador quis um discurso bonito.
A prefeita evitou um crime administrativo.
E, no final das contas, quem protegeu o dinheiro público e o futuro do município foi Yara Cinthia, não quem fez live para incautos.
Em São Francisco de Itabapoana, a diferença ficou clara:
de um lado, quem governa com a lei;
do outro, quem governa com o barulho.

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