sábado, 10 de janeiro de 2026

Isaac Salvador x Yara Cinthia: quando o populismo tenta falar mais alto que a lei

Enquanto a prefeita Yara Cinthia optou por governar com responsabilidade, respeito ao dinheiro público e dentro da Constituição, o vereador Isaac Salvador resolveu fazer política em modo “live”, atacando a chefe do Executivo por uma decisão que, na prática, salvou o município de um escândalo jurídico e financeiro.

Assista um pequeno recorte:

O motivo da gritaria?

A retirada do chamado “14º salário” dos servidores, um pagamento criado lá atrás, em 1999, mas que nunca foi blindado juridicamente e que o próprio Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) já considerou inconstitucional.

O que o vereador não contou ao povo

O vereador Isaac tenta vender a ideia de que a prefeita “retirou um direito” dos servidores.

Isso soa bonito em discurso.

Mas é falso no mundo real.

O tal 14º salário não é um direito constitucional, não está previsto na Constituição, não existe para servidores públicos no Brasil e, quando existe em municípios, costuma ser derrubado pelos Tribunais de Contas e pelo Judiciário por ser:

Um aumento disfarçado de salário

Uma vantagem sem critério técnico

Um risco de improbidade administrativa

Ou seja: quem paga, responde depois.

Se Yara mantivesse esse pagamento, ela estaria assumindo o risco pessoal de:

Ter as contas rejeitadas

Ser acusada de dano ao erário

Ficar inelegível no futuro

Governar não é brincar de agradar, é responder na Justiça depois.

A escolha de Yara: popularidade ou legalidade?

Yara Cinthia teve duas opções:

Fingir que não viu, manter o pagamento ilegal, ganhar aplausos momentâneos e depois deixar uma bomba para o município e para si mesma

Cortar o que é ilegal, enfrentar desgaste político e proteger a prefeitura de sanções, multas e processos

Ela escolheu a segunda.

Isso se chama governar de verdade.

Isaac escolheu a primeira:

a política de palanque, que agrada agora e destrói depois.

O que aconteceria se o 14º fosse mantido?

Se a prefeita ignorasse o alerta de inconstitucionalidade:

O TCE-RJ poderia mandar devolver o dinheiro

Os gestores poderiam ser punidos pessoalmente

O município poderia entrar em crise fiscal

Os próprios servidores poderiam ser obrigados a restituir valores

Isso já aconteceu em dezenas de cidades brasileiras.

Mas o vereador prefere gritar em live a explicar isso.

O jogo político por trás do barulho

Quando um político ataca uma medida técnica e legal, tentando transformá-la em “crueldade” ou “retirada de direitos”, o nome disso é oportunismo.

Isaac Salvador fala para quem:

Não conhece a Constituição

Não acompanha decisões do TCE

Só escuta quem grita mais alto

Yara fala com quem governa:

Prefeitos que sabem que responderão pessoalmente

Técnicos que conhecem a lei

Tribunais que fiscalizam

Em resumo

O vereador quis likes.

A prefeita quis segurança jurídica.

O vereador quis aplauso fácil.

A prefeita escolheu responsabilidade institucional.

O vereador quis um discurso bonito.

A prefeita evitou um crime administrativo.

E, no final das contas, quem protegeu o dinheiro público e o futuro do município foi Yara Cinthia, não quem fez live para incautos.

Em São Francisco de Itabapoana, a diferença ficou clara:

de um lado, quem governa com a lei;

do outro, quem governa com o barulho.

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