Durante décadas, a cirurgia de catarata simbolizou, para milhares de brasileiros, não apenas a perda progressiva da visão, mas também a lentidão crónica do poder público em dar respostas concretas à população mais vulnerável. Em São Francisco de Itabapoana, esse cenário começa a ser revertido de forma objetiva, mensurável e, sobretudo, responsável.
A recente redução do tempo de espera para cirurgias de catarata no município representa um divisor de águas na política de saúde local, e revela muito mais do que uma ação pontual: evidencia planejamento, gestão e domínio técnico da máquina pública por parte da atual administração.
Sob a liderança da prefeita Yara Cinthia, a saúde deixou de ser tratada como um discurso genérico e passou a ser conduzida como política pública estruturada, com foco em resultados reais e impacto direto na vida das pessoas.
Catarata não espera, e o poder público também não pode esperar
A catarata é uma condição silenciosa, progressiva e incapacitante. Afeta majoritariamente idosos, compromete a autonomia, aumenta riscos de quedas, dependência familiar e isolamento social. Cada mês de espera não é apenas atraso administrativo, é perda concreta de qualidade de vida.
Ao reduzir a fila de cirurgias, o município rompe com uma lógica histórica de empurrar pacientes para listas intermináveis ou para deslocamentos forçados a outras cidades. A decisão de realizar os procedimentos no próprio Hospital Municipal Manoel Carola, com estrutura adequada e equipe organizada, demonstra maturidade administrativa e respeito ao cidadão.
Algumas ações de maestria administrativa causaram esta transformação:
Organização da demanda reprimida
Planejamento cirúrgico contínuo
Integração entre atenção básica, triagem e centro cirúrgico
Uso racional dos recursos públicos
Continuidade, e não ações esporádica
Não se trata de marketing de ocasião. Trata-se de capacidade técnica aplicada à realidade local.
Nenhuma política pública dessa natureza se consolida sem liderança. A redução do tempo de espera para cirurgias de catarata reflete uma gestão que entende que saúde não pode ser improvisada, nem tratada como favor político.
A prefeita Yara Cinthia imprime ao governo um perfil que combina sensibilidade social com rigor administrativo. Ao priorizar procedimentos de alto impacto social como a cirurgia de catarata, o governo demonstra compreender onde o investimento público gera maior retorno humano.
É assim que se diferencia uma gestão comum de uma gestão estratégica. Um sinal claro para o presente, e para o futuro e, politicamente, deixa uma mensagem inequívoca:
quando há comando, competência e prioridade correta, a administração pública funciona.
Este avanço não é apenas um dado da saúde.
É um marco de gestão.

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