quinta-feira, 7 de janeiro de 2021

Prefeitura de SFI inicia Operação Tapa-Buracos na próxima semana em parceria com o DER

Engenheira Gleice Amorim, prefeita Francimara e o técnico em estradas do DER Marcos Falquer - Foto: Divulgação

A Prefeitura de São Francisco de Itabapoana (SFI), em parceria com o Departamento de Estradas e Rodagens (DER-RJ), vai iniciar, na próxima semana, uma Operação Tapa-Buracos no município. A ação conjunta foi definida nesta quarta-feira (6), quando a prefeita Francimara Barbosa Lemos recebeu em seu gabinete representantes do órgão estadual.

"O serviço será executado no Centro da cidade, Sossego, Guaxindiba, Santa Clara, entre outras localidades. O objetivo é melhorarmos as condições de trafegabilidade das vias públicas, minimizando os estragos provocados pelas últimas chuvas que caíram em SFI", ressaltou a prefeita.

Francimara agradeceu ao Governo do Estado. "Temos muita gratidão pelo apoio que o governador em exercício, Cláudio Castro, tem dado ao nosso município, à engenheira Gleice Amorim da 3ª ROC e ao técnico de estradas do DER Marcos Falquer. Neste segundo mandato, vamos precisar de novas ações em conjunto e sempre que pudermos, estaremos buscando entendimentos para atendermos às necessidade do povo de São Francisco”, destacou a prefeita. 


Ascom SFI

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

Prefeita Francimara realizou a primeira reunião de trabalho

A prefeita de São Francisco de Itabapoana (SFI), Francimara Barbosa Lemos, realizou a primeira reunião de trabalho com os secretários, subsecretários e chefes de departamentos municipais. O encontro, que também teve a participação do vice-prefeito Raliston Souza, aconteceu na manhã desta segunda-feira (4), na Sala de Reuniões, na sede da prefeitura.


“Neste primeiro dia útil do ano, gostaria de desejar boas vindas aos novos integrantes da nossa equipe e sabedoria a todos nós para que possamos corresponder à altura todas as expectativas da população são franciscana. Temos um desafio ainda maior, que é fazer um segundo mandato melhor do que o primeiro”, declarou a prefeita.

Ascom SFI


Covid-19 pode diminuir tamanho do pênis, diz estudo

Estudo publicado investiga as sequelas de longo prazo em pacientes infectados pelo vírus.

Homens também relataram disfunção sexual e dor nos testículos.

Um estudo que investiga as sequelas de longo prazo da covid-19, publicado na plataforma científica MedRxiv, concluiu que a covid-19 pode diminuir o tamanho do pênis.

O estudo começou a investigar as consequências que o vírus pode deixar no corpo das pessoas há sete meses, e foi conduzido com mais de 3 mil pacientes de 56 países. Além de 3% dos homens terem relatado uma diminuição no tamanho de seu órgão genital, 15% deles relataram algum tipo de disfunção sexual e 11% relataram dor nos testículos. 

Já em relação às mulheres, 26% das que menstruam relataram irregularidade nos ciclos, e 36% relataram algum tipo de problema menstrual. Algum tipo de disfunção sexual também foi relatado por 8% delas.

No entanto, as sequelas no sistema reprodutivo estão longe de ser as mais presentes nos voluntários que participaram do estudo. A maior parte deles, mesmo após sete meses de recuperação, relatou ainda sentir fadiga (de 75% a 80%, dependendo da idade), mal-estar pós-esforço (até 75%) e algum tipo de disfunção cognitiva (de 52% a 59%). 

Dentre as sequelas neurológicas mais relatadas, estão a dificuldade de concentração (75%) e dificuldade de raciocínio (65%). Além disso, 73% dos pacientes relataram também algum tipo de problema de memória. Dentre estes, a maioria (65%) relatou problemas com a memória de curto-prazo e 35% teve problemas com memórias mais antigas.

"Uma das maiores descobertas para mim foi que não houve diferença na idade para a disfunção cognitiva, perda de memória ou impacto disso na vida diária! Isso aconteceu com tanta frequência no grupo de 18 a 29 anos quanto no grupo com mais de 70 anos", escreveu a pesquisadora Hannah Davis, uma das autoras do estudo.

O estudo foi feito por voluntários e membros de um grupo de apoio que, desde abril, se dedica a investigar os efeitos a longo prazo da covid-19, e ainda precisa ser revisto por pares.

O Dia

"Para mim, tudo isso é uma tremenda baboseira. Como se não bastassem as tantas mentiras sobre essa coisa, agora querem aterrorizar os homens com esta palhaçada."

domingo, 3 de janeiro de 2021

CORONAVÍRUS PORTUGAL - Auxiliar do IPO do Porto morreu 24 horas após ser vacinada contra a Covid-19



Uma mulher de 41 anos residente no concelho da Maia e que desempenhava funções de Assistente Operacional na secção de Pediatria do Instituto Português de Oncologia do Porto morreu 24 horas depois ter tomado a vacina contra a Covid-19.

Segundo informações a que a Rádio Metropolitana Porto teve acesso, a morte aconteceu de uma forma súbita no primeiro dia de 2021, isto apesar de não se notar nenhum efeito indesejável à referida vacina.

Em comunicado enviado às redações, o Instituto Português de Oncologia Porto confirma o sucedido e apresenta os sentimentos à família e amigos, acrescentando tratar-se de uma perda para o IPO.

Radiometropolitanaporto.pt

A fabricante de vacinas Pfizer pagou $ 2,3 bilhões no maior acordo de fraude em saúde da história

Você sabia que a Pfizer, fabricante da vacina COVID-19, em 2009, teve que pagar US $ 2,3 bilhões no maior acordo de fraude em saúde da história para resolver a responsabilidade civil e criminal decorrente da promoção ilegal de certos produtos farmacêuticos.

A gigante farmacêutica americana Pfizer Inc. e sua subsidiária Pharmacia & Upjohn Company Inc. em 2009 concordaram em pagar US $ 2,3 bilhões no maior acordo de fraude em saúde da história do Departamento de Justiça dos Estados Unidos, para resolver a responsabilidade civil e criminal decorrente de atos ilegais promoção de certos produtos farmacêuticos.

A Pfizer se declarou culpada por falsificar a marca Bextra com a intenção de fraudar ou enganar. Bextra é um medicamento anti-inflamatório que a Pfizer retirou do mercado em 2005.

A Pfizer promoveu a venda do Bextra para diversos usos e dosagens que o FDA (Food and Drug Administration) dos EUA especificamente se recusou a aprovar devido a questões de segurança. A empresa pagou uma multa criminal de US $ 1,195 bilhão, a maior multa criminal já imposta nos Estados Unidos para qualquer assunto. A Pfizer também teve que perder US $ 105 milhões, para uma resolução criminal total de US $ 1,3 bilhão.

Além disso, a Pfizer concordou em pagar US $ 1 bilhão para resolver as alegações de que a empresa promoveu ilegalmente quatro drogas - Bextra; Geodon, uma droga antipsicótica; Zyvox, um antibiótico; e Lyrica, um medicamento antiepiléptico - e fazia com que falsas alegações fossem submetidas a programas de saúde do governo para usos que não eram indicações clinicamente aceitas e, portanto, não cobertos por esses programas.

O acordo civil também resolveu as alegações de que a Pfizer pagou propina aos prestadores de cuidados de saúde para induzi-los a prescrever esses, bem como outros medicamentos. Este é o maior acordo de fraude civil da história contra uma empresa farmacêutica.

Como parte do acordo, a Pfizer também concordou em firmar um amplo contrato de integridade corporativa com o Escritório do Inspetor-Geral do Departamento de Saúde e Serviços Humanos. Esse acordo prevê procedimentos e revisões a serem implementados para evitar e detectar prontamente condutas semelhantes àquelas que deram origem a este assunto.


Fonte:

https://greatgameindia.com/pfizer-fraud-settlement/

O Grande Reset - A Nova Ordem Mundial – “Great Reset”

Sob o Domínio da Tecnocracia Digital!

Em 2021, iniciaremos oficialmente uma nova década que será marcada como o ano da “Grande Reinicialização” (do idioma inglês, Great Reset). Recentemente o fundador do Fórum Econômico Mundial (FEM), Klaus Schwab, reuniu algumas lideranças e através de um vídeo, tornou oficial o que podemos definir como a agenda da “Nova Ordem Mundial” à ser aprofundada na próxima edição prevista para o segundo semestre de 2021 em Davos, Suiça. São previstas as presenças das maiores autoridades políticas e empresariais do mundo, especialistas nos temas ambientais, sociais, epidêmicos, além das grandes corporações tecnológicas e das Redes Sociais.

Afirmações de Klaus Schwab, fundador e executivo do FEM:

“Todos os países, dos Estados Unidos à China, devem participar, e todos os setores, bem como a tecnologia de petróleo e gás, devem ser transformados”. “Em suma, precisamos fazer ‘O Grande Reinício’ do capitalismo.” “A pandemia representa uma rara janela de oportunidade para refletir, reimaginar e resetar o mundo.”

O que esperar deste próximo encontro da Elite Global? Que consequências seus anúncios trarão para a sociedade humana? Este Blog atento a sua missão de analisar o impacto das mudanças exponenciais na Vida de todos nós, antecipa aqui algumas decisões que vem por aí e como nos preparamos para lidar com elas.

Motivação!

Recentemente o Fundo Monetário Internacional avalizou que o mundo vive um risco de depressão econômica global, comparável a década de 30, por consequência do “Crash” da Bolsa de Valores de 1929. É preciso trazer luz a realidade de que tal expectativa decorre da crise mal resolvida de 2008, cujas autoridades políticas e líderes do mercado financeiro, jogaram a sujeira para baixo do tapete. O mundo sofreu naquela altura uma crise ética que quebrou a economia global por conta de uma ambiciosa especulação financeira e imobiliária. Nos dias atuais, as consequências econômicas ocasionadas pela pandemia do Covid19 soma-se a este histórico e não pode ser visto de forma isolada, ignorando este legado maligno dos atores que hoje utilizam o argumento da Pandemia para justificar uma proposta do FEM, chamada: “A Grande Reinicialização Mundial”. Para melhor entendimento é preciso recorrer a história recente quando em 1944, com a segunda guerra ainda em curso, 44 países aderiram ao Acordo de Breton Woods que estabeleceu uma Nova Ordem Monetária, coordenada por organismos internacionais criados para definir “Políticas Públicas e Regulamentações Globais” como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional, por exemplo.

O que Prometem os “Reinicializadores Atuais?”

Desta vez, pretendem reinaugurar o Capitalismo com aparente sensibilidade social. Vamos lá: Pretendem estabelecer a sonhada “renda mínima universal”, dar “garantia de assistência médica global para todos”, assegurar um futuro resiliente, igualitário e sustentável e evocam para tanto, “um novo contrato social” com respeito racial, preservação ambiental e contenção das mudanças climáticas (descarbonização da economia). Ainda no campo econômico, pregam um certo nivelamento econômico e social entre as Nações. Consideram o pagamento de uma renda mínima para erradicação da pobreza extrema.

O Preço a Pagar:

Controle máximo sobre os indivíduos: Obrigatoriedade de Vacinações para esta e futuras pandemias; Exigência de Passaporte Genético; Implantação de Controle de comportamento em massa, via Score Social, Capitalismo de Vigilância; Engenharia Social baseada em regulamentações, etc.


A característica da “Grande Reinicialização”

Ao invés de se impor explicitamente, condicionará benefícios sociais e oportunidades, a submissão da Sociedade ao controle do Estado pela via das regras por ele estabelecidas e entendidas como “melhor para todos”. O controle comportamental se dará refletindo as preocupações da Elite Global com a crescente Desigualdade Social:


Concentração de Renda

Recentemente o Instituto Britânico, Oxfam dedicado a medir as desigualdades sociais em âmbito global, em seu mais recente Relatório, intitulado: “Tempo de Cuidar”, apresentou aos bilionários de Davos, dados que deveriam minimamente gerar algum desconforto: 2.153 privilegiados pelo atual modelo de concentração de renda, têm mais riqueza do que 4,6 bilhões de pessoas. A Diretora Executiva da Oxfam, Katia Maria, afirmou: “Se a população 1% mais rica do mundo pagasse uma taxa extra de 0,5% sobre a riqueza nos próximos 10 anos, seria possível criar 117 milhões de empregos em educação, saúde e de cuidado para idosos”. Essa afirmativa mostra que ao invés de sinalizarem com “pacotes de bondades universais”, obviamente atrelados a perpetuação de seus privilégios e controle das massas, carregam sim o peso de uma imensa injustiça social por eles protagonizada.

Enquanto 690 milhões de pessoas padecem de fome, chamam de meritocracia, concentrações inexplicáveis de renda, a exemplo de Jeff Bezos da Amazon (o ser humano mais rico do mundo), cuja fortuna é estimada em US$200 bilhões. A ideia da Renda Mínima Universal defendida por economistas, sociólogos e humanistas sérios e respeitáveis, passa a ser cooptada para se envernizar de consciência social o verdadeiro interesse dos formuladores do “Great Reset” que já optaram pela adoção da Manufatura Aditiva da Indústria 4.0, ou seja, robotização em escala mundial, substituindo o modelo da era industrial baseado em mão de obra humana.


O Score Social é uma forma centralizada de policiamento comportamental. Imagine que a depender da sua pontuação você não será autorizado a deslocar-se de um estado para outro, ou de uma cidade para outra. Limitação de sua candidatura à um emprego público, restrição no acesso aos serviços comunitários, programas habitacionais, entre outros. Para quem considera um exagero tal previsão, digo que a China já implementa o controle de sua população utilizando alguns mecanismos de monitoramento.


O Fim dos Criatórios e Abatedouros de Animais

Existem inúmeras regulamentações voltadas à contenção das alterações climáticas e preservação do meio ambiente. Uma que me chama a atenção por tratar-se de um tema tratado neste Blog na série: “O Futuro Fértil da Alimentação” é o combate ao setor pecuário. Os argumentos já reiterados incluem o fato de que milhões de toneladas de dejetos de animais são despejados nos lençóis freáticos todos os dias; que cada Kg de carne, consome 10 mil litros de agua; que milhões de hectares são devastados em áreas de florestas e biomas como o Cerrado, para a criação de pastos ou produção de grãos utilizados em boa parte (30%), como ração para engordar animais para o consumo humano; que a exalação do metano por parte dos milhões de bovinos, atingem diretamente a camada de ozônio entre outros argumentos imbatíveis. Contudo, o nome do jogo é “Controle da proteína Animal em nível planetário”, não uma sensibilidade ecológica despertada pelas Big Techs e os 5 maiores Grupos controladores do processamento de alimentos no mundo, que pretendem apropriar-se do mercado pecuário através da reprodução celular em laboratório. Apenas para configurar, o mercado pecuário movimenta uma cifra global de US$1,4 trilhões. Para quem já controla o mundo pela via dos algoritimos e produz bilhões de dólares com o que lhes damos gratuitamente, no tráfego que geramos nas redes sociais e com o armazenamento de dados em suas nuvens, controlar a riqueza gerada com a nutrição global será uma questão de pouco tempo. A Amazon não por acaso tem investido em Foodtechs e no varejo de alimentos. Um exemplo é o Amazon Go, supermercado baseado em Inteligência Artificial que  utiliza-se da identificação de presença e consumo de seus clientes e a Rede Whole Foods americana, adquirida pela bagatela de US$16 bilhões por parte de Jeff Bezos (Amazon). Estas iniciativas ilustram bem que as apostas neste setor são para valer e o “Great Reset”, favorecerá muito a centralização deste foco de negócios. Acrescento as Fazendas Verticais de altíssima tecnologia de precisão e a indústria de proteína vegetal (Plant Based) que passam a invadir as gôndolas de supermercados de todo o planeta.


Os Donos do Mundo

Os poderosos, idealizadores desta Tecnocracia Digital, temem as manifestações que se insurgem contra suas vidas encasteladas. Refiro-me às pressões sociais cada vez mais estruturadas, em busca de igualdade, respeito racial, respeito às diferenças de gêneros, a tolerância religiosa, entre outros. As pandemias originadas por condições sanitárias precárias os alcança tanto quanto a qualquer outro cidadão pobre que coletam seus lixos, entregam suas compras, servem suas mesas, limpam o chão de suas casas, lavam suas roupas, cuidam de seus filhos, mas que seguem invisíveis diante de suas insensibilidades que uma vez descuidados, desprotegidos certamente não lhes pouparão dos efetivos contágios.

A Grande Reinicialização precisa partir da Sociedade Civil. É urgente que coletivos sociais se agreguem globalmente. O Rethink (Repensar), o Restart (Reiniciar) precisa considerar o ReSoul (Realmar) da Economia Mundial, conforme proposto pelo Movimento mundial de Francisco e Clara (origem católica), a própria encíclica papal: Fratteli Tutti do Papa Francisco e movimentos equivalentes de diversas correntes filosóficas e doutrinárias que alertam sobre a urgência da humanização da tecnologia. Que as Regulamentações Globais não sirvam de instrumentos de manipulação da sociedade humana por parte das Corporações e dos Estados Hegemônicos no Plano Global mas que resgatem a tendência de uma nova economia baseada no poder da solidariedade, da compaixão, da cooperação, do compartilhamento, da colaboração, da circulação, da reutilização.


Correio Braziliense

DITADURA ENRUSTIDA - Espanha registará pessoas que se recusarem a tomar vacina contra covid-19

O ministro da Saúde da Espanha, Salvador Illa, informou no último dia 29 que as pessoas que se negarem a tomar a vacina contra o coronavírus Sars-CoV-2 serão incluídas em um "registo".

Illa afirmou em uma entrevista ao canal "La Sexta" que o documento será compartilhado com outros países da UE (União Europeia), mas garantiu que o registo "não será público" e respeitará a privacidade dos indivíduos.

Na Espanha, que ultrapassou a marca de 50 mil mortes por coronavírus desde o início da pandemia, a vacinação contra a doença não será obrigatória.

O político, no entanto, admitiu que a vacinação deve ser considerada pela população como "um ato de solidariedade para com nossos entes queridos e cidadãos".

De acordo com o programa de vacinação da Espanha, o país pretende imunizar cerca de 2,5 milhões de pessoas entre janeiro e março de 2021, começando por trabalhadores de asilos e profissionais de saúde.

"Avaliem agora como tratam as pessoas como gado e retardados mentais:

-Inclusão num Registo

- Respeito a privacidade individual

- A vacina não será obrigatória

- A vacinação deve ser considerada pela população como um ato de solidariedade para com nossos entes queridos e cidadãos.

Que vá pro inferno esse governo espanhol!!!"

Uol

sexta-feira, 1 de janeiro de 2021

Polícia abre caça às motos barulhentas em São Francisco de Itabapoana

Assista o vídeo:

Policiais da 3ª Cia da PM/SFI apreenderam 7 motos com excesso de barulho no escapamento, que estavam perturbando a paz e o sossego dos moradores do município. A ação aconteceu nesta quinta-feira (31). Os infratores foram levados para a 147ª Delegacia de Polícia Civil e enquadrados no artigo 42, inciso III do Decreto Lei 3688/41. A pena prevista é de até 3 meses de prisão simples ou multa.

"Esta operação deveria acontecer com frequência em todos os municípios."




Alexandre Paiva

quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

Moto caiu em um grande buraco na Vinhosa e quase desapareceu

Buracos nas ruas de Itaperuna redundantemente chegam ao fundo do poço...

Na tarde do último dia do ano, a cena não poderia ser mais bizarra.


Uma cratera na Travessa Bartolomeu M. Souza tragou uma moto conduzida por um homem, que por pouco não veio à óbito. 

Os Bombeiros Miltares compareceram ao local e prestaram socorro, conduzindo a vítima para o Hospital São José do Avaí.

Os moradores já vinham denunciando sem êxito esta situação, que acabou fechando o ano com este acontecimento.

O risco vale para qualquer tipo de transporte e até para pessoas que estejam a pé.

Moradores tentam cobrir o perigo iminente.

Que 2021 nos tire desse abismo!!!

Levin: Em 6 de janeiro, ficamos sabendo se a Constituição norte-americana será válida e se os republicanos do Congresso se importam

 Por MARK LEVIN

 6 de janeiro é o dia em que saberemos se nossa Constituição será válida e se os republicanos no Congresso se importam.


 PESQUISA: Você vai passar o Natal com sua família ou se distanciar socialmente?

 A eleição presidencial de 2020 foi, em vários estados-alvo de batalha, um exercício eleitoral inconstitucional.  Mesmo deixando de lado as evidências de fraude significativa, praticamente nenhuma das quais foi ouvida por nossos tribunais, os eventos que antecederam e incluíram as eleições nacionais de novembro constituíram uma ruptura radical e grave com o sistema eleitoral federal adotado pelos redatores da Constituição e do estado  convenções de ratificação.  Agora, sejamos claros: nada disso importa para o Partido Democrata, já que ele e seus representantes cometeram esses atos inconstitucionais, como explicarei em breve.  Tampouco importa para a mídia, que é totalmente analfabeta no assunto e apóia de forma inequívoca o suposto desfecho em qualquer caso.  Mas deve ser de grande momento e preocupação para o povo deste país e especialmente para os congressistas republicanos em ambas as Casas, pois se estas não ao menos enfrentarem e desafiarem essa ilegalidade no dia 6 de janeiro, quando o Congresso se reunirá para fazer a contagem dos eleitores,  será a ruína do Partido Republicano e, simultaneamente, a ruína do nosso sistema eleitoral presidencial.  No final das contas, será o povo dos Estados Unidos que ama nossa república os perdedores.

 Ganhar, perder ou empatar em 6 de janeiro, os republicanos não devem agir como se "o povo tivesse falado" e se encolherem na passividade ou pior, como ingressar no Partido Democrata e nos importunadores da mídia, insistindo que são parte de um  partido sem lei que busca "reverter os resultados da eleição".  Muitos republicanos já cederam, incluindo o líder republicano do Senado, Mitch McConnell, o senador John Thune e o deputado Adam Kinzinger.  Sem dúvida, outros que não são confiáveis ​​e covardes ao enfrentar a turba organizada o seguirão.  Mas não sejamos julgados por aqueles que intencionalmente e estrategicamente manipularam nossa política e a lei para minar nossa ordem constitucional.  São eles que devem ser condenados.


 Especificamente, o Artigo II, Seção 1, Cláusula 2 da Constituição Federal não poderia ser mais explícito.  Afirma, na parte pertinente: “Cada Estado designará, da forma que o seu Legislativo determinar, um Número de Eleitores igual ao Número total de Senadores e Representantes a que o Estado tenha direito no Congresso ...  "Essa linguagem era proposital.  Durante a Convenção Constitucional, foram sugeridas várias propostas para a eleição de um presidente.  O presidente deve ser eleito diretamente pelo povo?  Essa proposta foi rejeitada devido à preocupação de que tal processo puramente democrático pudesse ser sequestrado por uma maioria temporária.  O presidente deve ser escolhido em primeira instância dentro da legislatura nacional?  Essa proposta também foi rejeitada por motivos de separação de poderes.  O judiciário deve desempenhar um papel na seleção do presidente?  Essa ideia foi descartada por ser a mais questionável, já que os juízes deveriam ser os menos políticos de todos os funcionários públicos.  Os formuladores deliberadamente e com muito pensamento criaram o processo do Colégio Eleitoral, no qual o povo e suas legislaturas eleitas - estaduais e nacionais - desempenhariam papéis importantes.  Mas o processo eleitoral dependia, antes de mais nada, das legislaturas estaduais que determinavam como os eleitores seriam escolhidos.  O motivo: embora rejeitando a eleição direta de um presidente, os criadores concluíram que as legislaturas estaduais eram as mais próximas do povo em seus respectivos estados e seriam as melhores representantes de seus interesses.  Em nenhum momento os formuladores sequer levantaram a possibilidade de que governadores, procuradores-gerais, secretários de Estado, juntas eleitorais, administradores, etc., desempenhassem qualquer papel significativo no processo eleitoral.  Na verdade, alguns desses escritórios nem mesmo existiam.  Além disso, como eu disse, os tribunais foram rejeitados imediatamente.  Assim, um poder tão importante deveria ser exercido exclusivamente pelas legislaturas estaduais.


 Após a eleição de 2016, o Partido Democrata, seus vários grupos substitutos e, eventualmente, a campanha de Biden desencadeou centenas de processos e uma campanha de lobby implacável em estados importantes que haviam sido vencidos pelo presidente Trump, tomando medidas inconstitucionais destinadas a impedir o presidente Trump de vencer  esses estados nas eleições de 2020, desfazendo literalmente esta disposição constitucional crítica.  O que foi cuidadosamente elaborado na Convenção Constitucional e claramente explicitado na Constituição foi o principal obstáculo para derrotar o presidente Trump e vencer virtualmente todas as futuras eleições presidenciais.  O problema para os democratas era que em vários desses estados de batalha, os republicanos controlavam as legislaturas, enquanto os democratas controlavam os escritórios executivos estaduais.  A Constituição não estava do lado deles.  Portanto, eles usaram os dois ramos do governo que não deveriam ter nenhum papel em direcionar a nomeação de eleitores para eviscerar o papel das legislaturas republicanas.


 Na Pensilvânia, considerada o campo de batalha dos estados do campo de batalha, o governador democrata, o procurador-geral e o secretário de estado fizeram e aplicaram várias mudanças nos procedimentos de votação do estado, todas destinadas a ajudar os democratas e Biden.  A Suprema Corte da Pensilvânia, cujos sete juízes são eleitos, tem maioria de 5 a 2 democratas.  (Em 2018, houve um grande impulso do Partido Democrata para preencher três das cadeiras com democratas, e foi bem-sucedido.) Poucos meses antes da eleição geral, aquele tribunal reescreveu as leis eleitorais estaduais para eliminar requisitos de assinatura ou correspondência de assinatura, eliminar  marcações postais destinadas a garantir que os votos fossem oportunos e estendeu a contagem dos votos pelo correio até sexta-feira, às 17h  (a lei estadual tinha data e hora difíceis - o dia da eleição na terça-feira, que terminou às 20h00 horário do leste), alterando fundamentalmente as leis eleitorais da Pensilvânia e anulando o papel constitucional federal do legislativo republicano.


 Em Michigan, entre outras coisas, o secretário de estado democrata alterou unilateralmente as leis eleitorais do estado com relação a solicitações de votos por ausentes e verificação de assinaturas.  Na verdade, ela enviou por correio inscrições não solicitadas para votos de ausentes, antes das eleições primárias e gerais.  A lei estadual exigia que os eleitores em potencial solicitassem essas cédulas.  Ela contornou intencionalmente a legislatura estadual republicana e violou a Constituição federal ao emitir mais de 7 milhões de cédulas não solicitadas.  Além disso, um juiz do tribunal de reclamações, nomeado por um democrata, ordenou que os escrivães aceitassem as cédulas postadas até 2 de novembro e recebidas dentro de 14 dias da eleição, o prazo para a certificação dos resultados.  As cédulas serão contadas como cédulas provisórias.  O legislativo estadual não teve nenhum papel nessas mudanças.


 Em Wisconsin, a Comissão Eleitoral e funcionários democratas locais nas maiores cidades do estado, incluindo Milwaukee e Madison, mudaram as leis eleitorais do estado.  Entre outras coisas, eles colocaram centenas de caixas de depósito não tripuladas em locais estratégicos, em violação direta da lei estadual.  Não surpreendentemente, os locais deveriam ser os mais convenientes para os eleitores democratas.  Além disso, eles disseram aos candidatos a eleitores como evitar medidas de segurança como verificação de assinatura e requisitos de identificação com foto.  Esses burocratas e funcionários locais contornaram a legislatura republicana ao alterar os procedimentos eleitorais estaduais.


 Na Geórgia, o secretário de Estado é um republicano.  Independentemente disso, conforme explicado no processo do Texas movido contra a Geórgia e os três outros estados mencionados acima, "em 6 de março de 2020, no Partido Democrático da Geórgia v. Raffensperger, o Secretário de Estado da Geórgia assinou um Acordo de Resolução de Compromisso e Liberação com o Partido Democrático  da Geórgia para alterar materialmente os requisitos legais para a revisão de assinaturas em envelopes de votos de ausentes para confirmar a identidade do eleitor, tornando muito mais difícil contestar assinaturas defeituosas além dos 22 procedimentos obrigatórios expressos estabelecidos em GA. CODE § 21-2-386 (a  ) (1) (B). 71. Entre outras coisas, antes que uma cédula pudesse ser rejeitada, o Acordo exigia que um registrador que encontrou uma assinatura com defeito buscasse agora uma revisão por dois outros registradores, e somente se a maioria dos registradores concordasse  se a assinatura estava com defeito, a cédula poderia ser rejeitada, mas não antes que os nomes dos três registradores fossem escritos no envelope da cédula junto com o motivo da rejeição.  Os procedimentos bersome estão em conflito direto com os requisitos estatutários da Geórgia, assim como a exigência do Acordo de que a notificação seja fornecida por telefone (ou seja, não por escrito) se um número de telefone estiver disponível.  Finalmente, o Acordo pretende exigir que os funcionários eleitorais estaduais considerem a emissão de orientações e materiais de treinamento redigidos por um especialista contratado pelo Partido Democrático da Geórgia. “A legislatura republicana da Geórgia não teve nenhum papel nessas mudanças eleitorais resultantes do decreto de consentimento.


 Conseqüentemente, em cada um desses quatro estados de batalha - e havia outros - seja por meio de ações judiciais ou ações judiciais, aspectos essenciais, senão essenciais, das leis eleitorais estaduais foram fundamentalmente alterados em violação do poder explícito concedido às legislaturas estaduais e, portanto,  , em violação à Constituição Federal e ao processo previsto para direcionar a seleção dos eleitores.  E isso antes mesmo de chegarmos à questão da fraude eleitoral.  Dito isso, em muitos casos, cédulas que teriam sido rejeitadas ou, se contadas, evidências de fraude, agora eram consideradas legais - não pelas legislaturas estaduais, mas por aqueles que alteraram unilateralmente as leis eleitorais.


 A Suprema Corte dos Estados Unidos teve a oportunidade antes da eleição, e neste ciclo de eleições gerais, de deixar claro aos estados que eles devem cumprir a linguagem clara do Artigo II, Seção 1, Cláusula 2 da Constituição.  De fato, quando um juiz distrital federal em Michigan alterou as leis eleitorais daquele estado, uma Suprema Corte dos EUA, dividida entre si, anulou sua ordem.  O juiz Gorsuch apontou que a legislatura estadual redige leis eleitorais.  No entanto, quando um caso foi levado à Corte envolvendo a interferência da Suprema Corte da Pensilvânia nas leis eleitorais estaduais, a Suprema Corte dos Estados Unidos ficou paralisada.  O presidente do tribunal Roberts tentou distinguir entre tribunais federais e estaduais, o que é irrelevante;  em outra instância, o juiz Alito ordenou ao secretário de estado da Pensilvânia, não uma, mas duas vezes, que segregasse certas cédulas pelo correio, mas não deu em nada.  Uma corte dividida contra si mesma não pode subsistir, parafraseando Abraham Lincoln.  Seu fracasso em fazer cumprir a Constituição (e com isso não quero dizer legislar ou intervir em decisões eleitorais estaduais legítimas) contribuiu enormemente para nossa situação atual.


 Apesar do que foi relatado e repetido, o presidente não é real ou oficialmente escolhido no dia da eleição.  O presidente não é escolhido mediante certificação de eleitores pelos estados.  O processo termina no Congresso.  E em 6 de janeiro, o Congresso - seguindo tanto a Constituição quanto sua própria lei processual - toma a decisão final sobre quem será o presidente e o vice-presidente dos Estados Unidos.  Claro, em todas as eleições em minha vida, até agora, embora tenha havido algumas controvérsias, o processo prosseguiu sem muita atenção.  Mas desta vez é diferente, como deve ser.  O Partido Democrata, seus substitutos e, eventualmente, a campanha de Biden instituíram uma campanha legal e de lobby sem precedentes, principalmente sob o radar, pois não foi bem coberta pelos meios de comunicação habituais, para minar nossa Constituição, as legislaturas estaduais republicanas e o Trump  campanha de reeleição a favor de Biden.  Em outras palavras, o processo eleitoral da Constituição para a escolha dos eleitores e, em última instância, do presidente e do vice-presidente foi sistematicamente e estrategicamente atacado.  Agora é deixado para o Congresso, ou pelo menos os republicanos no Congresso, enfrentar isso.  O Partido Democrata causou sérios danos ao sistema eleitoral do país, a ponto de as legislaturas estaduais agora estarem na posição de ter a menor contribuição sobre a maneira como as eleições são realizadas e os eleitores federais são escolhidos - o completo oposto do que  A constituição obriga e os autores pretendem inequivocamente.  E as legislaturas na Pensilvânia, Michigan, Wisconsin e Geórgia, de várias maneiras, se opuseram ao que aconteceu, ressaltando a seriedade do problema.


 Se esse resultado for mantido sem luta em 6 de janeiro, é difícil ver como isso pode ser corrigido.  Os democratas verão isso como um sinal claro de que são livres para fazer mais e ainda pior.  Será extremamente difícil para os republicanos ganharem as eleições nacionais (algo que os dez ou mais senadores republicanos que desejam concorrer à presidência devem ter em mente).  Também ficará cada vez mais difícil obter a maioria republicana no Senado.  E as violações constitucionais de 2020 serão usadas como base para manipulações ainda mais inconstitucionais do sistema eleitoral.  O objetivo do Partido Democrata é transformar o sistema eleitoral do país no regime de partido único que existe em praticamente todos os estados azuis, especialmente na Califórnia, com suas supermaiorias.


 Como eu disse antes, ganhe, perca ou empate, os republicanos do Congresso devem agir.  São os democratas e sua mídia que procuram desfazer os resultados das eleições desfazendo o sistema eleitoral.  Veja o que eles fizeram em 2016 (preciso lembrar a todos do ataque implacável contra o candidato e então o presidente Trump?) E agora em 2020. E eles têm toda a intenção, como proclamaram corajosamente, de minar ainda mais nosso sistema constitucional, caso ganhem o  Maioria no Senado em poucos dias - eliminando a obstrução e qualquer capacidade de desacelerar sua agenda legislativa radical;  enchendo a Suprema Corte com ideólogos de esquerda;  e lotar o Senado com mais quatro democratas de Porto Rico e D.C. E isso é só o começo.  Este é o mesmo partido que não se importou com o fato de não ter esperança de destituir o presidente Trump do Senado, mas o impeachment mesmo assim - pelos motivos mais especiosos.  Eles estão jogando para valer e destruindo nosso sistema constitucional, pelo qual têm pouca consideração.  Sei muito bem que é necessária a maioria das duas Casas para enviar a eleição do presidente à Câmara dos Deputados, onde cada delegação tem direito a um voto, uma barreira extremamente difícil.


 No entanto, não é pedir muito aos republicanos que defendam a Constituição dos Estados Unidos - que todos eles juraram fazer - e lutem para preservar e proteger as palavras claras estabelecidas no Artigo II.  Eles devem defender o caso para e em nome do povo americano.  E eles devem deixar claro aos democratas que nós, o povo, que acredita nesta República, não vamos cair!  Agora, vamos ver quantos estadistas existem entre os membros republicanos do Congresso.


 Mark Levin é o apresentador da LevinTV na BlazeTV.